Quinta Conta de Energia: Ferrante ataca Passera

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Carlos Laforet Coll
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O senador do Partido Democrata Francesco Ferrante não gostou do silêncio por parte das instituições

Ele está prestes a acabar atropelado, sua mãe o salva

Quinto conto energia. A não realização de alterações no decreto sobre energia fotovoltaica estão despertando muito descontentamento, mesmo dentro do mundo político. o Governo não parece disposto a aumentar o limite de plantas obrigadas a se registrar e, ao mesmo tempo, não daria o aval para o adiamento da entrada em vigor do novo sistema de incentivos à 1 ° outubro este ano.





È confronto também entre Clini e Passera sobre estes dois pontos controversos, uma vez que o primeiro estaria disposto a baixar o limiar de 12 para 20 kWh, enquanto o segundo se opõe por razões estritamente económicas. Mas assim, de acordo com o associações, o novo decreto sobre energia fotovoltaica traria pouquíssimos benefícios para o setor.

O senador Francis Ferrante, responsável por energia e políticas relacionadas às mudanças climáticas do Partido Democrata, criticou o impasse que surgiu. Apesar de já terem decorrido três semanas desde que a Conferência Única aprovou as alterações aos decretos das energias renováveis, não está claro porque não podemos avançar: "É francamente incompreensível - explica Ferrante - porque passados ​​20 dias, após o parecer positivo de Regiões, Províncias e Municípios sobre os dois Decretos relativos às Energias Renováveis, ainda não procedeu à emissão. Esta fase de stand-by em curso aumenta cada vez mais a incerteza, o que é extremamente prejudicial para o setor”.

Deixar o senador do Partido Democrata perplexo também é outra questão. As mudanças propostas pelas Regiões não contrariaram os decretos inicialmente propostos, considerando que “o peso burocrático dos registros” não teria sido eliminado. Segundo Ferrante “pelo menos se o mudanças nas regiões os aspectos mais desnecessariamente opressivos seriam sanados, a partir da data de entrada em vigor do novo sistema de incentivos”.

“Criticamos o golpe sem sentido que é punir a dedução fiscal pela eficiência energética dos edifícios, não queremos que venham outras surpresas desagradáveis ​​do Ministério do Desenvolvimento Económico também no que diz respeito às energias renováveis. Seria um ato grave, mesmo institucionalmente incorreto para com as Regiões, que esperamos que o ministro Passera não queira cometer”, conclui. Ferrante.



E alerta o ministro do Desenvolvimento Econômico: “O ministro Passera deve lembrar que as mudanças em questão são essencial, além de urgente, seria, portanto, inaceitável que se confirmassem os rumores segundo os quais o MPE estaria refazendo seus passos”.

Francesca Mancuso

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